Não havia nada além de lembranças abandonadas; Não havia nenhum lugar pra se esconder; as cinzas caíam como neve; E o chão se abriu onde estávamos; E tudo o que eu ouvia era a sua voz.
[New Divide - Linkin Park]
Ontem chorei. Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pelo que queríamos que fosse e não foi. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas. Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda-roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois que hoje é já outro dia. Chorei. Apronto agora os meus pés na estrada. Ponho-me a caminhar sob sol e vento.
O mundo está me consumindo, E eu não me sinto tão feliz aqui hoje, Eu não estou, e não sinto, Eu costumava ser um bebê em minha mente, Então, onde está aquela que você ama? Ela segura você feliz junto dela? E sua cabeça cai levemente, E todos estão ligeiramente bêbados esta noite, Eles estão bêbados esta noite novamente.
Como as folhas com o vento, até onde vai dar o firmamento, toda hora enquanto é tempo, vivo aqui este momento.
E agora que você compôs essa canção; Esvaziou o ódio do seu coração; Viu que não é assim que você vai parar de chorar?
O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos.
A amizade é um amor que nunca morre.
Por que as pessoas acham que podem descontar toda a sua raiva em cima das outras?
Quero escrever o que não consigo dizer. Apetece-me abrir, como um livro em branco e a cada palavra uma emoção. Um significado, um pedaço de ficção tornado real. Sinto-me a desfalecer, como um sobrevivente num barco no meio de uma tempestade, onde sabe que só um milagre o fará sobreviver.
Fiquei tentando decorar o que eu ia dizer quando a gente se encontrar, E quando eu ver você, Mas as palavras vão faltar e eu vou ficar fingindo que não é nada demais.
Quando tá escuro, E ninguém te ouve, Quando chega a noite, E você pode chorar .
E quando eu estiver triste, Simplesmente me abrace, Quando eu estiver louco, Subitamente se afaste, Quando eu estiver fogo, Suavemente se encaixe.
É pedir muito querer mais tempo, Para saber essas canções e cantá-las, É pedir muito de meu sorriso vazio, E minha gargalhada e mentiras que os trazem.
Estava tão bem sem lembrar da sua existência. Por que tive que citar seu nome naquela conversa? Por que, prefiro sofrer do que pensar que um amigo esta sofrendo. Por um motivo que não tenho nada haver, isso seria um problema dele não meu.
Tudo começou quando eu tinha uns 14 anos e um amigo chegou com aquele papo de "experimenta, depois, quando você quiser, é só parar..." e eu fui na dele. Primeiro ele me ofereceu coisa leve, disse que era de "raiz", "natural" , da terra", que não fazia mal, e me deu um inofensivo disco do "Chitãozinho e Xororó" e em seguida um do "Leandro e Leonardo". Achei legal, coisa bem brasileira; mas a parada foi ficando mais pesada, o consumo cada vez mais freqüente, comecei a chamar todo mundo de "Amigo" e acabei comprando pela primeira vez.
Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A décima (está indo longe) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira. Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.